Catolé Sport Club vence CCAV em jogo épico e avança às semifinais da Super Liga Paraibana de Futsal 2025

O Ginásio do Colégio Luzia Maia viveu, na noite desta quinta-feira, um daqueles capítulos que entram para a história do futsal paraibano. Empurrado por uma torcida incansável, o Catolé Sport Club protagonizou uma virada heroica diante do CCAV de Itaporanga, venceu no tempo normal, segurou a pressão na prorrogação e garantiu a tão sonhada vaga nas semifinais da Super Liga Paraibana de Futsal 2025.

No jogo de ida, em Itaporanga, o Catolé havia sido derrotado por 6 a 4, resultado que obrigava a equipe catoleense a vencer em casa para forçar a prorrogação. A missão era dura, mas desde o apito inicial o time mostrou que não estava disposto a se despedir da competição tão cedo.

Pedro Augusto: o nome do jogo

O começo da reação teve nome e sobrenome: Pedro Augusto. Em noite inspirada, o camisa decisivo marcou dois golaços que incendiaram o ginásio.

O primeiro, uma pintura de calcanhar, daqueles lances que fazem o torcedor levantar da arquibancada sem nem perceber. O segundo, num chute forte pela ala esquerda, no ângulo direito do goleiro Henrique, sem chances de defesa. Com isso, o Catolé não apenas abriu vantagem no placar como também anulou a vantagem do CCAV, que jogava pelo empate no tempo normal.

Embalado, o Catolé Sport Club cresceu na partida, mostrou intensidade, raça e organização tática. Vieram então os gols de Davi, Pedro e Yan, ampliando o marcador para 5 a 1 e transformando o Ginásio do Luzia Maia em um caldeirão. Cada gol era comemorado como uma decisão, em um clima de pura emoção.

Jogo pegado, expulsões e muita adrenalina

O duelo foi digno de mata-mata: lances incríveis, tabelas envolventes, jogadas individuais de efeito e divididas fortes. A tensão tomou conta da partida e acabou refletida nas punições:

  • Marlon, do Catolé, foi expulso;

  • Arthur, do CCAV de Itaporanga, também recebeu cartão vermelho.

Mesmo com as expulsões e a temperatura alta em quadra, o espetáculo não perdeu em qualidade. O futsal puro, intenso e elétrico se fez presente a cada posse de bola.

Paredão Henrique segura, mas Catolé não desiste

Apesar do placar adverso, o goleiro Henrique, do CCAV, foi um dos grandes personagens da noite. Com defesas difíceis, usando tanto as mãos quanto os pés, ele evitou que o Catolé transformasse a vitória em goleada ainda maior. Mostrou reflexos apurados e postura de líder, mantendo o CCAV vivo na disputa até o fim.

Mas, do outro lado, havia um Catolé Sport Club decidido a não abrir mão do sonho. Com inteligência, manteve o controle do jogo, administrou o placar e levou a decisão para a prorrogação, já com a vantagem de jogar pelo empate.

Drama, virada na vantagem e gol salvador nos segundos finais

Na prorrogação, porém, o roteiro ganhou contornos ainda mais dramáticos. Quem saiu na frente foi o CCAV, com gol de Sabão, que já havia deixado o dele no tempo normal. A vantagem mudou de lado, e o nervosismo aumentou.

O clima esquentou, houve paralisações e muita discussão em quadra, enquanto o relógio parecia correr contra o Catolé. Para piorar, a equipe catoleense perdeu Leandro, expulso após receber o segundo cartão amarelo. Foram dois minutos com um jogador a menos, sob forte pressão do CCAV e com risco real de levar o segundo gol.

Mas foi nesse momento que a garra falou mais alto. O Catolé se fechou, defendeu com alma, não deixou o adversário ampliar e resistiu como um verdadeiro guerreiro. Cada defesa, cada desarme, cada bola jogada para longe parecia um gol para a torcida.

E então veio o lance que mudou tudo. Já nos segundos finais da prorrogação, o Catolé teve a chance em um tiro livre direto. A torcida prendeu a respiração. Marlon caminhou até a bola, ajeitou com calma e soltou um chute forte no canto direito de Henrique. A bola beijou a rede e o Ginásio do Luzia Maia explodiu em pura e contagiante alegria.

O gol do empate na prorrogação garantiu a classificação do Catolé Sport Club para as semifinais da Super Liga Paraibana de Futsal 2025, em um desfecho digno de filme.

Festa, delírio e o sentimento que só o futsal proporciona

Quando a sirene final tocou, o que se viu foi um verdadeiro mar de emoções: jogadores ajoelhados no chão, abraços, lágrimas, gritos e uma arquibancada em delírio absoluto. O Catolé Sport Club não apenas venceu um grande adversário, mas mostrou, diante de sua torcida, que futebol de salão é coração, raça e superação.

O futsal não se explica, apenas se sente.

Com a vaga garantida, o Catolé Sport Club segue firme em busca da glória eterna na Super Liga Paraibana de Futsal 2025, carregando consigo a força de uma cidade que abraçou o time e já sonha mais alto. A próxima fase promete mais emoções, e se depender do espírito mostrado em quadra, essa equipe ainda tem muitas páginas bonitas para escrever na história do futsal paraibano.

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