
A mobilização de alguns santuários para retirar a leoa Leona do Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), em João Pessoa, tem causado grande estranhamento entre técnicos, servidores e visitantes do zoológico. A iniciativa, que ganhou força nas redes sociais nos últimos dias, não encontra respaldo técnico e vai na contramão das informações oficiais sobre o estado de saúde e o bem-estar do animal.
Leona, que é acompanhada diariamente por uma equipe especializada, continua recebendo todos os cuidados necessários dentro de uma estrutura que segue padrões rigorosos de segurança e manejo. A direção da Bica e os profissionais responsáveis reforçam que a leoa está saudável, tranquila e monitorada 24 horas, inclusive após o incidente recente que mobilizou a opinião pública.
Apesar disso, alguns santuários vêm se manifestando publicamente com a intenção de “resgatar” o animal, o que tem sido interpretado como algo, no mínimo, estranho e precipitado. Especialistas destacam que não há qualquer laudo veterinário que justifique a retirada de Leona do parque, nem qualquer evidência de maus-tratos ou negligência — condição que, caso existisse, tornaria obrigatória a intervenção dos órgãos de fiscalização.
Profissionais da área chamam atenção para o fato de que decisões envolvendo grandes felinos precisam ser técnicas, baseadas em critérios de saúde, segurança e adaptação ambiental, e não motivadas por pressões externas ou campanhas desinformadas. Além disso, uma transferência como a proposta exige estudos, protocolos internacionais e avaliação minuciosa para evitar riscos ainda maiores ao animal.
A administração da Bica reafirma que Leona segue em observação e que sua rotina está mantida dentro da normalidade. O parque também reforça que a eutanásia nunca foi cogitada e que o compromisso central da equipe é com o bem-estar do felino.
Enquanto isso, cresce a percepção de que a movimentação de alguns grupos soa desproporcional e levanta dúvidas sobre os reais interesses por trás da tentativa de retirar a leoa de um local onde, segundo os profissionais, ela está bem cuidada e devidamente assistida.
O caso continua repercutindo, mas até o momento, não existe justificativa técnica para a remoção da leoa da Bica. A equipe do zoológico permanece dedicada à sua recuperação e ao acompanhamento integral do animal.
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